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domingo, 3 de julho de 2011

SALMO 9:9-10

9 O SENHOR é refúgio para os oprimidos, uma torre segura na hora da adversidade. 10 Os que conhecem o teu nome confiam em ti, pois tu, SENHOR, jamais abandonas os que te buscam.
(NVI - Nova Versão Internacional)


Que conforto podemos sentir ao colocarmos em prática esta verdade em nossa vida! Se cremos firmemente no Senhor como nossa torre segura nos momentos de adversidade, podemos desfrutar de um sentimento de segurança inabalável, alicerçado na providencial proteção de Deus.

Se estamos enfrentando uma tempestade torrencial em nossa vida, se parece que caudalosos rios vão transbordar e inundar a nossa vida de tristeza, sem dúvida esse é o momento de corrermos e nos abrigarmos nesta torre segura, o melhor refúgio para quem está oprimido por alguma situação difícil.

Mas para sentirmos essa confiança, precisamos conhecer a Deus primeiro. Como vamos nos abrigar e nos confortar na confiança de alguém que não conhecemos? Geralmente muitos de nós possuem receio daquilo que não conhecem. O futuro por exemplo.

Mas para conhecemos alguém, é preciso “gastar”, investir qualidade de tempo neste relacionamento. É assim nos relacionamentos humanos. Certamente é ainda mais no nosso relacionamento com Deus, que, por sua vez, deve ser o relacionamento mais importante.

Quanto tempo passamos por dia em oração e meditação da Palavra de Deus? Geralmente muito pouco ou nada, uma verdade para muitos. Então, surgem as borrascas, as tempestades do cotidiano e corremos para Deus. Aí sim Ele se torna importante para nós?

O simples fato de sabermos que Deus jamais abandonará aqueles que O buscam e que Ele é fiel independente da nossa infidelidade não nos dá o direito de limitarmos a Deus como um super herói que chamamos quando estamos em apuros.

Não façamos da perfeição divina um pretexto para os nossos pecados. Deus conhece o coração de cada um, cada pensamento, Ele sabe quem O busca em espírito e em verdade e quais são os que O buscam com segundas intenções.

Quão prazeroso é estar diariamente na presença de Deus, livres de qualquer embaraço materialista e egocêntrico e ter um relacionamento cada vez mais próximo com Ele. E quanto mais nos aproximamos Dele, mais sentimos a Sua infinita grandeza e a nossa pequenez.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

SALMO 7:9-11

9 Deus justo, que sondas as mentes e os corações, dá fim à maldade dos ímpios e ao justo dá segurança. 10 O meu escudo está nas mãos de Deus, que salva o reto de coração. 11 Deus é um juiz justo, um Deus que manifesta cada dia o seu furor.
(NVI – Nova Versão Internacional)


Você está passando por uma situação de injustiça, está se sentindo injustiçado? Você está perdendo as esperanças neste mundo cruel e injusto?

O mundo no qual vivemos é um mundo de impunidade. A justiça humana é muita falha. Mesmo que muita coisa venha sendo feita para julgar e punir os criminosos e corruptos, o sistema no qual estamos inseridos deixa de punir muita gente.

Deus, muito pelo contrário, é um justo juiz, um escudo para aqueles que praticam a bondade. Ele conhece a mente de todos, vê o que cada um de nós, seres humanos, realiza de bom ou mal e dará fim a maldade e segurança eterna àqueles que o buscam.

A ira de Deus pelo pecado que é praticado neste mundo pode parecer tardia, mas ela é manifestada através de Sua justa disciplina e através das autoridades constituídas deste mundo que são usadas por Ele para punir aqueles que merecem.

Não olhemos para a deficiência humana em julgar e punir, mas para a eficiência divina em Sua justa ira e vingança contra o mal, mesmo que tenhamos que aguardar o juízo final para que todas as injustiças sejam reparadas, o que certamente acontecerá.

domingo, 26 de junho de 2011

SALMO 5:1-5,11-12

1 Escuta, SENHOR, as minhas palavras, considera o meu gemer. 2 Atenta para o meu grito de socorro, meu Rei e meu Deus, pois é a ti que imploro. 3 De manhã ouves, SENHOR, o meu clamor; de manhã te apresento a minha oração e aguardo com esperança. 4 Tu não és um Deus que tenha prazer na injustiça; contigo o mal não pode habitar. 5 Os arrogantes não são aceitos na tua presença; odeias todos os que praticam o mal. 11 Alegrem-se, porém, todos os que se refugiam em ti; cantem sempre de alegria! Estende sobre eles a tua proteção. Em ti exultem os que amam o teu nome. 12 Pois tu, SENHOR, abençoas o justo; 
o teu favor o protege como um escudo.
(NVI - Nova Versão Internacional)


Com grande humildade o salmista pede para que Deus, em Sua soberania, considere a sua causa, pois ele implora o favor Daquele que é seu Rei e seu Deus.


Será que nós temos orado assim, implorando a Deus como nosso Rei? Ou será que oramos determinando a Deus o que Ele deveria realizar ou não? Para esta segunda opção, só podemos olhar como algo arrogante e presunçoso diante de Deus.


O nosso Deus não se compraz com a injustiça e a maldade não pode coexistir na Sua presença, apenas a bondade e o amor. Deus não possui amor, Ele é amor, a Sua essência é puro amor e bondade.


Aquela pessoa que se aproxima dEle arrogantemente e com a alma que busca praticar o mal, não será ouvida por Ele. Pelo contrário, o nosso Deus se compraz da oração de uma pessoa justa e que ama estar na Sua presença e a Sua bênção certamente o acompanha constantemente. 


Podem se alegrar e louvar com músicas todas as pessoas que têm a Deus como refúgio na hora da adversidade e O amam sinceramente, pois o Senhor estende a Sua proteção sobre eles como um escudo impenetrável.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

SALMO 4:1,7-8

1 Responde-me quando clamo, ó Deus que me fazes justiça! 
dá-me alívio da minha angústia; tem misericórdia de mim e
ouve a minha oração. 
7 Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a 
daqueles que têm fartura de trigo e de vinho. 
8 Em paz me deito e logo adormeço, pois só tu, SENHOR, 
me fazes viver em segurança.
(NVI - Nova Versão Internacional)


Eu poderia orar a Deus “parafraseando” alguns versículos do salmista? Acredito que sim. Vejamos:

“Ó Deus justo, ouça a minha oração e responda ao meu clamor, Senhor. Tenha misericórdia de mim, ó Pai e alivie a angústia que venho sentindo, pois a alegria que tu trazes ao meu coração é maior do que daqueles que possuem riqueza material. O meu sono é tranquilo porque só tu, Senhor, trazes segurança ao meu viver.”

Oramos frequentemente pedindo a Deus a Sua misericórdia e alivio para o nosso coração, mas será que reconhecemos que a nossa alegria por conhecer a Deus é maior do que bens materiais? Ainda mais em um sociedade cada vez mais materialista?


Infelizmente o materialismo está cada vez mais influenciando a Igreja. O materialismo é uma das bases da Teologia da Prosperidade, uma busca pela prosperidade financeira impulsionada pela troca, pela barganha com Deus (como se isso fosse possível).


A alegria que transborda no coração da Igreja é pela presença do Seu Senhor, independente de sua conta bancária ou se instalou ar-condicionado ou o melhor sistema de som? 

E será que mesmo diante das adversidades temos tamanha confiança em Deus a tal ponto de termos um sono tranquilo, podermos deitar a cabeça no travesseiro e domirmos em paz?

Ou deixamos de entregar nossas ansiedades a Ele e o momento de dormir é um tormento, pois é a oportunidade na qual surge toda a sorte de pensamentos angustiantes, que tiram nossa tranquilidade?

quarta-feira, 22 de junho de 2011

SALMO 3:2-6,8

2 São muitos os que dizem a meu respeito: “Deus nunca o salvará!” 3 Mas tu, SENHOR, és o escudo que me protege; és a minha glória e me fazes andar de cabeça erguida. 4 Ao SENHOR clamo em alta voz, e do seu santo monte ele me responde. 5 Eu me deito e durmo, e torno a acordar, porque é o SENHOR que me sustém. 6 Não me assustam os milhares que me cercam. 8 Do SENHOR vem o livramento. A tua bênção está sobre o teu povo.
(NVI - Nova Versão Internacional)



Deve ser extremamente difícil estarmos passando por uma situação de adversidade e além de tudo termos algumas ou muitas pessoas ao nosso redor nos desacreditando, dizendo “esqueça a vitória, desista de lutar, não tem mais jeito, é impossível”.
Muitas pessoas passam por isso e o desânimo e a desesperança é contagiosa. Nada pior do que estar ao lado de alguém desanimado justamente quando também estamos desanimados.
Graças ao nosso bom Deus eu nunca senti o que é ter uma torcida contra mim, principalmente nos últimos anos, com tamanhas e persistentes provações na área da saúde pelas quais tenho passado.
Desde minha esposa e família, amigos e irmãos em Cristo, todos sempre me apoiaram e me incentivaram a continuar acreditando no poder de Deus e a não desanimar jamais.
Independente, porém, de torcida contra ou a favor, muitas vezes nós mesmos desanimamos.
Contudo, devemos sempre pensar em nosso escudo protetor, o próprio Senhor Deus, que nos livra NAS provações e não DAS provações.
Independente do nosso desânimo, Ele pode nos fazer andar de cabeça erguida, confiantes e não acovardados diante dos problemas.
Podemos clamar a Ele confiadamente, mesmo em nossa pequenez, porque seremos ouvidos por Ele, mesmo com a Sua grandeza infinita.
E nessa confiança podermos descansar traquilamente com o Seu sustento protetor, confiança também que nos encoraja diante de uma possível oposição desanimadora, pessoas que possam estar nos perseguindo, se opondo a nós de alguma forma ou intencionalmente ou não tirando nossas esperanças de vitória.
Somos povo de Deus, sobre nós repousa a Sua bênção, é Dele que recebemos o livramento.
Amém.

domingo, 19 de junho de 2011

SALMO 1:1-6


1 Como é feliz aquele que não segue o conselho dos ímpios, não imita a conduta dos pecadores, nem se assenta na roda dos zombadores!
2 Ao contrário, sua satisfação está na lei do SENHOR,
e nessa lei medita dia e noite.
3 É como árvore plantada à beira de águas correntes:
Dá fruto no tempo certo e suas folhas não murcham.
Tudo o que ele faz prospera!
4 Não é o caso dos ímpios! São como palha que o vento leva. 
5 Por isso os ímpios não resistirão no julgamento, 
nem os pecadores na comunidade dos justos.
6 Pois o SENHOR aprova o caminho dos justos,
mas o caminho dos ímpios leva à destruição! 
(NVI - Nova Versão Internacional)

Afinal, quais são as nossas companhias? Nós andamos cercados de pessoas que nos dão conselhos equivocados, que nos influenciam negativamente e nos fazem cair nos mesmos pecados deles, inclusive pecados da língua, como zombaria e maledicência?


Deve ocorrer o contrário, devemos ter prazer na leitura e meditação diária da Palavra de Deus, da qual extraímos sempre conselhos de pura sabedoria, de onde conhecemos o caminho correto e santo, desviando-nos do pecado.

Se nos conduzimos assim, somos aprovados por Deus, nossas atitudes geram bons frutos. 


Geramos, então, bons, oportunos e permanentes resultados para a própria vida e para a vida daqueles que nos cercam, temos firmes alicerces diante das situações adversas e a prosperidade ou ausência de necessidades é uma realidade, é uma vida de satisfação, pois a graça do Senhor nos basta.

Mas, em contrapartida, as más companhias são de nenhuma relevância, infrutíferas, qualquer ideia os influencia, não possuem raízes ou alicerces firmes diante da vida, não possuem discernimento, são conduzidas a comportamentos sem medir as consequências, não têm prazer nos mandamentos divinos. 


Elas não suportarão o julgamento justo de Deus e nem suportarão permanecer na companhia dos justos e verdadeiros discípulos de Cristo, pois têm o coração inclinado para o mal. 


Seus comportamentos não trazem a satisfação da prosperidade, eles são vazios, sempre insatisfeitos e querendo algo mais, elas seguem o caminho contrário ao caminho da santificação, o caminho da destruição, pois se afastam cada vez mais de Deus.


Não estamos afirmando que não podemos ter amizades com pessoas incrédulas, de outras crenças. Pelo contrário, podemos cultivar amizades muito boas com elas. 


O que afirmamos é que devemos ter critério a respeito de nossas companhias, e evitar, nos afastar da influência daqueles que se comportam pecaminosamente com prazer e não buscam a Palavra de Deus.


A reflexão que fica é a seguinte, como já afirmamos outras vezes:


Até que ponto nossa CONVIVÊNCIA com este mundo está gerando em nós um CONIVÊNCIA com os seus pecados?

sexta-feira, 1 de abril de 2011

CONVIVENDO COM A "FILHA" DO DIABO

Atualmente a mentira se transformou em algo corriqueiro. As pessoas estão mentindo sem qualquer escrúpulo. Segundo a opinião popular, é até mesmo uma necessidade em algumas atividades da sociedade, seja no âmbito familiar, escolar, profissional, religioso, etc.. Muitos assumem a opinião da maioria, mesmo que particularmente não concordem, torcendo muitas vezes a verdade, para poder continuar influente e aceito em determinado grupo social.

É triste e impressionante pensar que existe até mesmo o dia da mentira, mas independentemente deste dia estar sendo ou não lembrado, pois nos parece que a cada ano que passa esta "comemoração" está sendo esquecida, graças ao bom Deus, desejamos refletir um pouco sobre a mentira.

Nos círculos sociais, em sites na internet e demais veículos da mídia, mesmo que inconscientemente, mas, muitas vezes propositadamente, encontramos expressões absurdas, tais como: “Vamos nos divertir no dia 1º dia abril” e “Não é bom mentir, mas neste dia pode”. Muitos usam expressões que tentam atenuar a gravidade da mentira (eufemismos), como: “inverdade”, “mentirinha”, “boato”, "caô", “inventar uma desculpa ou um pretexto” e assim por diante.

As pessoas que enganam as outras e acreditam que tudo não passa de diversão, são denominadas na Bíblia de loucos que lançam a morte contra o seu próximo (Pv 26:18-19). Aqueles que acreditam que podem mentir e que não haverá consequências, estão completamente enganados, pois Deus conhece o coração dos homens e todos seremos retribuídos pelos frutos nos nossos lábios e de nossas ações (Mt 12:33-37; Jr 17:9).

Desde o Antigo Testamento, Deus ensinou que devemos ser verdadeiros, seguindo o Seu exemplo, pois Ele não pode mentir, Ele sempre fala a verdade e o que é direito (Is 45:19b; Rm 3:4; Hb 6:18; Tt 1:2). Em Êxodo 23:1-3, observamos um texto que não apenas nos exorta a falar a verdade, mas também a ser imparciais no julgamento, não sendo influenciados pela maioria para distorcer a verdade, nem se for para ajudar alguém necessitado. O sábio rei Salomão ensinou, entre milhares de provérbios, que “os lábios mentirosos são abomináveis ao Senhor; mas os que obram fielmente são o seu prazer” (Pv 12:22) e que é melhor exortar alguém baseado na sinceridade e amor do que omitir a verdade (Pv 27:5).

O apóstolo Paulo rogou a Igreja de Cristo que deixe a mentira e fale apenas a verdade, pois somos membros uns dos outros (Ef 4:25; Fp 4:8a; Cl 3:9; comparem com Zc 8:16). Ele não apenas rogou pelo uso da verdade, como também se preocupou em se apresentar com sinceridade diante de Deus e dos homens (2Co 6:11-13; 7:4a; 8:21; Gl 4:16-17).

O diabo tem o poder de “cegar” o entendimento das pessoas (2Co 4:1-4; 2Ts 2:9-11) e para piorar, muitas delas, mais do que podemos imaginar, estão envolvidas com o hábito da mentira, escravizadas por este pecado e não terão o direito de viverem no Céu (Ap 21:8; 22:15; cf. Sl 15:2).

A mentira é um comportamento muito destrutivo e que envolve as pessoas num ciclo vicioso que parece não ter fim. Quem a utiliza, está tendo participação nas obras malignas do diabo, está sendo influenciado por suas artimanhas e ciladas. Um dos objetivos dele, sempre foi distorcer as verdades divinas. Desde o Éden, quando ele enganou Eva com o velho questionamento enganador: “Será que foi assim mesmo que Deus disse?” (Gn 3:1-7) e quando tentou desaprovar o ministério de Jesus, com suas tentações (Mt 4:1-11; 1Pe 1:21-22), entre tantas outras vezes. Mas as pessoas aprisionadas ao comportamento mentiroso podem ser libertas pelo poder de Jesus, se ouvirem as Suas Palavras:

“Disse, pois, Jesus aos judeus que haviam crido nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos; e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e jamais fomos escravos de alguém; como dizes tu: Sereis livres? Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Todo o que comete pecado é escravo do pecado. O escravo não fica sempre na casa; o filho, sim, para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres. Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque são incapazes de ouvir a minha palavra. Vós sois do diabo, que é vosso pai, e quereis satisfazer-lhe aos desejos. Ele é homicida desde o princípio e jamais se firmou na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele profere a mentira, fala do que lhe é próprio; porque é mentiroso, e pai da mentira” (Jo 8:31-36,44).

Jesus Cristo é a verdade, em total contraste com o diabo. Cristo é a verdade acima de qualquer filosofia, ciência, tendência de comportamento ou religião pagã. Ele jamais afirmou que é um dos caminhos, uma das verdades ou uma das fontes de vida para o homem, mas disse que é o caminho, a verdade e a vida e só através dEle temos acesso a Deus Pai (Jo 14:5-6; 1Jo 5:18-21).

Através dos ensinos das Escrituras adquirimos entendimento necessário para sermos mais verdadeiros e honestos, pois a Palavra de Deus é a verdade (Jo 17:17; Sl 119:151,160; 1Tm 3:15) e não pode errar jamais (Jo 10:35), assim como no exemplo do salmista:

“Por meio dos teus preceitos consigo entendimento; por isso detesto todo caminho de falsidade” (Sl 119:10; comparem com Sl 101:2b).

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Para complemento do estudo, por favor acessem:

domingo, 23 de janeiro de 2011

REFLEXOS DE SODOMA (PARTE 02)

A REFUTAÇÃO BÍBLICO-CIENTÍFICA

Distante de todas as verdades bíblicas que observamos na postagem anterior, o homossexualismo está deixando de ser visto como pecado pela nossa sociedade secularizada e agora é encarado como uma nova orientação sexual, isto é, o surgimento de um novo sexo ou, como já afirmamos, até mesmo doença de origem genética.

Contudo, se isso fosse verdade, jamais o apóstolo Paulo teria mencionado o poder restaurador do Espírito de Deus na vida de homossexuais (1Co 6:9-11).

Afinal, se a homossexualidade fosse de ordem genética, então, Deus teria propositadamente em seus atos de criação, permitido que em nosso DNA estivesse a tendência homossexual. Mas, como Deus, na Pessoa do Espírito Santo então restauraria pessoas homossexuais já que Ele mesmo teria permitido essa condição? Seria uma contradição. Tudo isso nos leva a concluir que homossexualismo é pecado, sim, e, consequentemente, desagrada a Deus (1Jo 3:4).

Mas, para Deus, não existe uma hierarquia de pecados, mas uma hierarquia nas consequências dos pecados que cometemos. Portanto, aos olhos divinos, o homossexualismo é um pecado idêntico aos pecados da mentira, hipocrisia, preguiça, adultério, idolatria, lascívia, maledicência, fornicação, etc, etc. Mas, cada pecado tem seu grau de consequência e será devidamente disciplinado por Deus (Jó 24:1-25; 31:2-3; Pv 11:31; 12:14; Ec 3:15-16; 4:1; Is 5:18-23; 10:1-4; Gl 6:7-10; 2Pe 2:9).

Cada uma de nossas atitudes receberá a recompensa devida no fim dos tempos (Ec 11:9; Rm 14:10-12; 2Co 5:10; Jd 15; Ap 20:11-13). Com o Senhor Jesus Cristo, o Rei dos reis, está a recompensa conforme as obras de cada um (Ap 2:23b; 22:11-12; cf Is 40:10). E nenhum de nós está imune ao pecado (Sl 51:5; Ec 7:20; Rm 3:22b-24; Tg 1:14-15; 1Jo 1:8).

Não adianta julgarmos alguém que pratica o homossexualismo como um pecador, se nós também temos os nossos pecados, quaisquer que sejam, somos tão pecadores como ele. A diferença é que os cristãos já foram salvos do poder que o pecado tinha de nos levar para a morte eterna longe de Deus, graças ao sacrifício de Jesus Cristo e somos santificados diariamente pelo Espírito Santo, não vivemos mais uma vida repleta de pecados, apesar de sermos imperfeitos e falhos, estamos em uma "caminhada" de aperfeiçoamento até chegarmos ao Paraíso.

Vamos prosseguir: Muitos homossexuais questionam: "Se Deus reprova o homossexualismo, por que Ele me criou assim, então?"

Mas, como temos visto e ainda veremos, Deus não criou o homossexualismo, não inseriu em nosso código genético nenhuma tendência a essa prática. Esse é um comportamento adquirido com o crescimento do ser humano através das influências diversas ao seu redor, de acordo com o ambiente social e familiar que ele vive, depende da situação e cada caso pode ter uma história diferente de outro.

É importante enfatizar também que, mesmo que não haja nas Escrituras nenhuma menção direta de Jesus quanto ao homossexualismo (como muitos defensores do homossexualismo asseveram), sabemos que o Senhor Jesus não veio para anular as leis do Antigo Testamento (que inclusive condenam o homossexualismo, como vimos antes), mas, para cumprí-las (Mt 5:17-18) e deixou claro que a sexualidade humana se baseia no relacionamento entre homem e mulher, apenas e suficientemente, e o casamento entre eles é inseparável, pois Deus os uniu e abençoou (Mt 19:4-6; texto que "ecoa" as palavras de Deus em Gênesis 2:20b-24 que vimos anteriormente. Vejam ainda estas palavras de Jesus no evangelho de Mateus "ecoando" nos ensinos de Paulo em Efésios 5:31).

Ademais, mesmo que não exista nenhum registro claro, direto e específico de que Cristo condenou o homossexualismo, poderemos verificar indiretamente que Ele condena, sim, essa prática. Como? Analisando, estudando e interpretando a Bíblia como um todo harmonioso que converge toda a sua história para um personagem principal e Seus ensinamentos: o próprio Jesus Cristo evidentemente.

Ele afirmou que quem dá ouvidos e aprende com tudo que Moisés e os Profetas do Antigo Testamento escreveram e dá ouvidos e aprende com aqueles que Ele enviou na era da Nova Aliança, ou seja, os Seus apóstolos, consequentemente dá ouvidos à Ele mesmo e ao próprio Pai Celeste, inclusive. Onde está escrito isso? Não existe um versículo específico, mas vários. Vejamos:

“...se de fato crêsseis em Moisés, também creríeis em mim; porquanto ele escreveu a meu respeito. Se, porém, não credes nos seus escritos, como crereis nas minhas palavras?” (João 5:46-47; ARA).

Portanto, quem não crê no Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia, que foram escritos por Moisés) não crê também nas palavras de Jesus. E mais, quem não crê nos demais livros do Antigo Testamento não crê também em Jesus. É exatamente isto que o seguinte texto ensina:

“Então lhes disse Jesus: Ó néscios e tardos de coração para crer tudo o que os profetas disseram! Porventura não convinha que o Cristo padecesse e entrasse na sua glória? E, começando por Moisés, discorrendo por todos os profetas, expunha-lhes o que a seu respeito constava em todas as Escrituras” (Lucas 24:25-27; ARA; vejam Lucas 11:47-51).

Percebam que o texto afirma que TODOS os profetas, TODA a Escritura Sagrada registrou a respeito dEle, Jesus (vejam Lucas 24:44-46). E o Novo Testamento? Vejamos. Cristo disse:

“Quem recebe aquele que eu enviar, a mim me recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou.” (João 13:20; ARA);

“Quem vos der ouvidos ouve-me a mim, e quem vos rejeitar a mim me rejeita; quem, porém, me rejeitar rejeita aquele que me enviou.” (Lucas 10:16; ARA).

Isso é muito sério. Segundo estas palavras de Cristo, QUEM APRENDE COM OS SEUS APÓSTOLOS, APRENDE OS ENSINAMENTOS DO PRÓPRIO CRISTO, ALIÁS, DO PRÓPRIO PAI CELESTE, que O enviou.

O contrário é verdadeiro também: QUEM NÃO DÁ OUVIDOS ÀS PALAVRAS DOS APÓSTOLOS DE CRISTO, ESTÁ IGNORANDO OS SEUS ENSINAMENTOS E OS DO PRÓPRIO PAI CELESTE.

Portanto, quem rejeita algum ensino do Antigo e do Novo Testamento, rejeita as palavras de Deus. E já vimos que o Antigo Testamento condenou o homossexualismo. E Paulo, apóstolo enviado por Cristo, na era da Nova Aliança, no início da igreja, para pregar a verdade do evangelho e tirar as pessoas das garras de Satanás (vejam At 9:15-16; 26:15-18) e que escreveu a imensa maioria do Novo Testamento, afirmou que o homossexualismo é reprovado por Deus (vimos os textos sobre isso na postagem anterior) e que os seus praticantes podem receber o perdão de Deus e serem restaurados.

Os homossexuais não precisam de cura, eles não estão doentes, eles precisam de restauração e acompanhamento espiritual, como tantas outras pessoas que estão longe da vontade de Deus e em pecado.

E agora? É uma opção razoável e inteligente rejeitar as palavras vindas do próprio Deus? O problema para muitos que não gostam de ouvir a verdade, não é que elas não saibam que é verdade, elas sabem e reconhecem muitas vezes que é verdade, mas o problema é que elas não querem aceitar essa verdade para as suas vidas.

Não é uma questão de se provar a verdade, mas é uma questão de vontade em aceitá-la. E o ser humano tem sua livre escolha dada por Deus, não podemos obrigar ninguém a aceitar a verdade, mas devemos expôr a verdade para que as pessoas não permaneçam na ignorância espiritual e moral, como muitos de nós viveram anteriormente, antes de ter um encontro pessoal e transformador com o Senhor.

Em uma reportagem do jornal “O Estado de São Paulo”, de 24/10/2004, intitulada “Homossexualidade é doença”, encontramos entre inúmeras opiniões, as considerações de Rozangela Justino, psicóloga evangélica do Rio de Janeiro, que afirmou que “a homossexualidade é um transtorno passível de mudança”, e complementou:

“A [...] Classificação Internacional de Doenças [...] trata a homossexualidade como transtorno. Em pessoas cuja homossexualidade é egodistônica, ou seja, quando o sujeito gostaria que a preferência sexual ocorresse de outra forma devido a transtornos psicológicos ou de comportamento associados a essa preferência, pode-se buscar tratamento para alterá-lo. O estado homossexual é passível de mudança [...]” (p. J7).

Em maio de 2004, a revista Defesa da Fé, publicou uma entrevista com a cientista cristã brasileira Claudia A. Alves, com mestrado em Química Analítica e doutoranda em Física Aplicada e Biologia Molecular pela USP. Vamos transcrever algumas de suas opiniões:

“[...] Comprovar a existência de um terceiro sexo agora parece ser tarefa de psicólogos e psicanalistas [...] É notório que os homossexuais e as lésbicas são visualmente homens e mulheres biologicamente normais. Não evidenciam problemas hormonais. Assim, a carga hormonal não é uma boa opção para explicar a causa do comportamento homossexual [...] Até o presente momento não há nada que ampare o comportamento homossexual sob o prisma da biologia e da genética [...] Apesar do genoma humano já ter sido seqüenciado, ainda não foi encontrado nenhum gene que seja a causa comprovada da homossexualidade. Os estudiosos do assunto são unânimes em dizer que as causas desse comportamento ainda são desconhecidas da ciência.” (pp. 10-11).

CONCLUSÕES

Portanto, à vista de todos estes relatos bíblicos e científicos, o homossexualismo não é doença e nem algum tipo de disfunção hereditária, mas, uma prática pecaminosa cujo seus adeptos necessitam da restauração e do perdão de Deus. Todo comportamento pecaminoso, inclusive o homossexual, é passível de reversão através do poder do Senhor.

É o Espírito Santo que convence as pessoas dos pecados que cometem (Jo 15:26; 16:8), não adianta aqueles que criticam o homossexualismo agirem com palavras ríspidas e preconceituosas ou, em muitos casos, até violência física. Nada referente ao Reino de Deus se conseguirá por violência, mas por amor, pelo poder do Espírito Santo (Zc 4:6). Este assunto da homossexualidade deve ser tratado com muito respeito, discernimento e equilíbrio.

É fundamental lembrarmos também que, apesar de repudiar o pecado, Deus ama todas as pessoas igualmente (Dt 10:17; Jo 3:16; Rm 2:11; 1Pe 1:17). Ele está mais interessado no coração de cada um (Gl 2:6; 1Sm 16:7) e deseja que todos cheguem ao arrependimento e a salvação (Ez 18:23,32; 2Pe 3:8-9; 1Tm 2:4).

É o que devemos fazer, conforme o exemplo do próprio Deus: repudiar o pecado, mas amar os pecadores. Mas, cuidado: convivência com o pecador não significa conivência com o pecado.

A Igreja de Cristo precisa estar preparada, com muito discernimento, oração, amor e isenta de preconceitos quanto a este assunto, no intuito de saber lidar adequadamente com as pessoas envolvidas na prática homossexual, para que elas venham a conhecer a verdade que liberta: Jesus Cristo (Jo 8:31-36; 14:6).

Por tudo isso que estudamos, fica aqui o nosso apelo cristão aos homossexuais:

Reconheçam humildemente a sua condição de pecadores, arrependam-se também de seus pecados, como nós já fizemos e recebam também a Jesus Cristo em suas vidas como Salvador e Senhor, hoje, agora, não fiquem adiando esta decisão. É a melhor decisão que alguém pode tomar em sua vida.

Falta algo em suas vidas que os deixa com um vazio existencial na alma? Vocês possuem algum trauma não resolvido? Ou vocês acreditam que não precisam de nada? Podem acreditar: todos nós precisamos de Deus.

Mas, vocês não querem se envolver com religião? Tudo bem, não estamos pregando nenhuma religião ou falando sobre qualquer igreja, mas de Jesus Cristo, o Caminho, a Verdade e a Vida.

Portanto, busquem de coração a Deus em nome de Seu Filho Jesus e Cristo preencherá qualquer vazio, qualquer carência em seus corações e curará qualquer sequela emocional que tiverem em suas almas.

Contem conosco para os auxiliarem a também serem seguidores, discípulos de Jesus e encontrarem essa vida abundante que Ele prometeu.

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Para complementar o nosso estudo, acesse os seguintes sites:

sábado, 22 de janeiro de 2011

REFLEXOS DE SODOMA (PARTE 01)

INTRODUÇÃO

Primeiramente queremos enfatizar que em nenhum momento nestes artigos iremos atacar o caráter e o profissionalismo de qualquer pessoa de orientação homossexual. Não é preciso ser estudioso e muito observador para perceber que os homossexuais são excelentes profissionais e pessoas respeitadoras, sejam de qualquer área forem, inclusive, o seu caráter e profissionalismo não são "afetados" negativamente simplesmente pelo fato de possuírem esta ou aquela orientação sexual.

Todas as pessoas pecam em alguma área da vida. Todas as pessoas podem, por exemplo, possuir uma vida social e profissional honesta, mas em algum ponto de seu comportamento, possuir pelo menos uma atitude pecaminosa (muitas vezes são inúmeros pecados). Exemplos: Alguns pagam seus impostos em dia, mas são maridos que violentam suas esposas, outros pagam seus impostos, mas mentem inescrupulosamente, outros ainda também pagam seus impostos, mas são insubordinados no trabalho.

Quando os ativistas homossexuais se defendem das críticas contra o movimento gay, por exemplo, com frases como "eu pago meus impostos, sou um cidadão honesto", eles têm toda a razão, sim, eles são honestos, mas quando os cristãos mencionam o homossexualismo não está se mencionando ou questionando a natureza do caráter dos seus praticantes, mas, sim, uma questão comportamental que afeta diretamente a questão espiritual e o destino eterno destas pessoas.

Essa é a nossa preocupação. Não queremos atacar ninguém em seu caráter, mas alertar em amor cristão sobre esta questão. Muitos podem não crer no que ressaltaremos aqui sobre o que a Bíblia diz sobre o assunto, irão dizer que é mentira, etc. Mas e se a Bíblia no fim das contas tiver razão? Na verdade ela sempre tem razão, pois é a Palavra inspirada sem erros por Deus, Aquele que detém em Suas mãos o destino de cada um de nós. Portanto, em nome de Jesus, suplicamos a sua atenção, antes que seja tarde demais.

Como reflexo da ordem cristã de amarmos ao próximo, precisamos aqui informar qual é a opinião da Bíblia sobre este assunto tão polêmico e atual e alertar as pessoas envolvidas nas práticas homossexuais que elas, mesmo sendo sinceras e honestas, estão sincera e honestamente enganadas em relação à vontade de Deus para a vida delas. Elas podem estar certas, honestas e verdadeiras em todas as outras áreas de suas vidas, mas nesta área, a Bíblia garante que não estão.

A REFUTAÇÃO BÍBLICA

Deus com satisfação abençoou ambos, homem e mulher, que receberam o mandamento de serem férteis e se multiplicarem, visando a procriação e perpetuação da raça humana, o que biologicamente todos nós sabemos, só seria possível entre sexos opostos. Se Deus tivesse o propósito de que houvesse a procriação por intermédio de pesoas do mesmo sexo, Ele certamente teria realizado esta instituição, essa união entre os sexos de forma diferente. A mulher foi declarada "idônea" (alguém que auxiliasse e correspondesse), para ser a companheira do homem, e não outro homem.

"Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. Deus os abençoou, e lhes disse: Sejam férteis e multipliquem-se!" (Gn 1:27-28a; NVI); "(...) Todavia não se encontrou para o homem alguém que o auxiliasse e lhe correspondesse. Então o SENHOR Deus fez o homem cair em profundo sono e, enquanto este dormia, tirou-lhe uma das costelas, fechando o lugar com carne. Com a costela que havia tirado do homem, o SENHOR Deus fez uma mulher e a levou até ele. Disse então o homem; 'Esta, sim, é osso dos meus ossos e carne da minha carne! Ela será chamada mulher, porque do homem foi tirada.' Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne." (Gn 2:20b-24; NVI).

Não está claro? Mas, parece que não está claro para a nossa sociedade atual. Ou pelo menos a sociedade não quer acreditar ou admitir (prefiro ficar com a segunda opção). Até porque a nossa sociedade vive uma religiosidade raza, sem conteúdo e compromisso, muito aquém do compromisso verdadeiro com Deus.

Quando Deus criou os dois sexos foi com o propósito que os dois sexos opostos se unam em santo matrimônio, instituido por Ele (Gn 2:24), mas muitos estão distorcendo essa questão, afirmando que partindo do princípio que Deus criou dois sexos, então é possível, é permitido que homens ou mulheres escolham livremente com qual irá se relacionar sexualmente, ou seja, o homem pode se relacionar sexualmente com um outro homem ou com uma mulher, é sua livre escolha, e uma mulher pode se relacionar sexualmente com outra mulher ou com um homem, é sua livre escolha. Não poderia haver uma filosofia mais repugnante e herética ao mesmo tempo do que essa.

Muitos podem acreditar que é radicalismo, mas podemos afirmar seguramente que mais uma vez, como desde o início da humanidade, Satanás vem distorcer as verdades de Deus com suas mentiras sutis e destruidoras (Gn 3:1; 1Cr 21:1; Jó 1:6; Zc 3:1; Lc 8:12; Jo 8:44; 13:12; 2Co 4:1-4; 11:14; 1Ts 3:5; 2Tm 2:26; Tg 4:7; 1Jo 3:8; Ap 12:9).

Quando Deus terminou a Sua criação à partir do nada, quando Ele encerrou o Seu processo de criação do universo e da humanidade, cessou no universo todo o processo de criação. O que ocorre desde então, ou seja, as mudanças existentes na criação, são micro-evoluções dentro das espécies já criadas por Deus e os resultados da inteligência, livre escolha e criatividade dos seres humanos sobre a criação. E tudo o que Deus criou, Ele viu que era MUITO BOM (Gn 1:31) e é bom e deve ser recebido e aceito com gratidão e oração, inclusive o casamento (1Tm 4:1-5). Não há qualquer chance de haver a criação de outro sexo, ou seja, do terceiro sexo. A criação cessou no sétimo dia e ponto final (Gn 2:1-2).

Para defenderem a prática homossexual, muitos outros chegam a afirmar que Deus é amor e deve respeitar o amor entre pessoas do mesmo sexo ou ainda que o amor deve ser sempre incentivado sem levar em consideração a preferência sexual, o importante é amar e ser amado. Outros afirmam que cada um deve ser livre para fazer o que bem entender de sua vida, inclusive, sua sexualidade. A homossexualidade é até encarada como doença por alguns e por outros como uma herança genética, etc.

Reforçamos mais uma vez, agora de forma ainda mais clara e direta, que as Escrituras Sagradas deixam claro desde o início da criação da humanidade que a união conjugal que é aprovada por Deus é apenas entre pessoas do sexo oposto:

"Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante" (Lv 18:22; NVI; comparem com Lv 20:13).

Contudo, a humanidade incorreu no pecado do homossexualismo desde o início, como podemos observar na história da cidade de Sodoma:

"Ainda não tinham ido deitar-se, quando todos os homens de toda parte da cidade de Sodoma, dos mais jovens aos mais velhos, cercaram a casa. Chamaram Ló e lhe disseram: 'Onde estão os homens que vieram à sua casa esta noite? Traga-os para nós aqui fora para que tenhamos relações com eles". (Gn 19:4-5; comparem com Judas, versículo 7).

Mas, por que insistirmos que a união conjugal entre pessoas do mesmo sexo é pecado? E aquelas pessoas que mantém relações sexuais com pessoas do mesmo sexo, mas não estão necessariamente casadas, são apenas namorados, noivos, amaziados, "parceiros", "ficantes", etc.? A questão principal é que para Deus, o sexo foi criado apenas para o ambiente puro, estável, seguro e indissolúvel do casamento (1Co 7:2-5,9; Ef 5:22-33). Para Deus, a união sexual de duas pessoas do sexo oposto é algo muito sério e profundo, é a concretização intensa da união conjugal que Ele mesmo criou.

Se duas pessoas, de sexos opostos, mesmo não casadas, já mantiveram relações sexuais, para Deus, eles já são como uma só carne, já estão unidos como um só ser, para Deus já é um casamento, pois a união carnal é resultado, consequência de uma prévia união racional de amor entre duas pessoas, ela caracteriza que uma união indissolúvel anteriormente foi desejada e planejada (comparem as mensagens de Mt 19:4-6; 1Co 6:12-18).

E como essa união carnal fora do casamento não é definitiva, ou seja, uma parcela significativa destas pessoas trocam de "parceiros" constantemente, para Deus elas estão em adultério, em imoralidade sexual (comparem os textos de Mt 5:27; 19:9; Mc 10:5-11; 1Co 7:10-16; 1Ts 4:3-8; Hb 13:4). Ou seja, esta união sexual temporária não é uma união abençoada por Deus.

E, mesmo que seja um casamento, uma união estável, mas se for de pessoas do mesmo sexo, como já afirmamos e ratificaremos, esta união também não é abençoada por Deus. Portanto, o homossexualismo masculino ou feminino, seja dentro ou fora do casamento, é pecado, é abominação diante de Deus. Não há situação que escape do justo juízo de Deus.

São palavras duras para muitas pessoas não é mesmo? Mas isso é só o começo.

Reflitamos: Em todas as áreas desejamos que nos falem a verdade não é mesmo? Queremos que nossos familiares, irmãos e amigos sempre nos digam a verdade. Queremos que os nossos médicos digam a verdade. Queremos que o nosso mecânico diga a verdade. Queremos que a mídia diga a verdade. Mas, será que estamos sempre prontos para suportar a verdade? Podemos afirmar seguramente que quando o assunto é religião, ou melhor, as verdades bíblicas, aí muitas pessoas mudam de opinião, não querem ouvir a verdade, a verdade lhes incomoda nesta área. Interessante? Triste? Paradoxalmente ambos.

O apóstolo Paulo procurava agradar a todos e de todas as formas, pois não procurava o seu próprio bem, mas o de muitos, com a intenção de que fossem todos salvos (1Co 10:33), mas ele continha uma pregação ausente de palavras persuasivas de sabedoria, mas sim, repleta de demonstração do Espírito e de poder para que a fé destas pessoas se baseasse no poder de Deus e não na sabedoria humana (1Co 2:4-5) e não buscava a aprovação dos homens, mas a de Deus, ele não tentava agradar aos homens se para isso desagradasse a Deus, pois assim ele não seria considerado servo de Cristo (Gl 1:10). Quando ele exortava a igreja, suas palavras não se originavam no erro ou motivos impuros, com intenção de enganar as pessoas, ao contrário, na qualidade de homem aprovado por Deus, que lhe confiou a pregação do evangelho, ele não falava para agradar as pessoas, mas ao próprio Deus, que provava a sua mente (1Ts 2:3-4). Vejam ainda Jo 12:42-43 e 2Co 8:20; 10:6. Comparem com Jó 32:20-22.

O apóstolo Paulo, portanto, sem bajulação e buscando falar a verdade para que as pessoas encontrassem a salvação, deixou claro como a atitude homossexual, seja masculina ou feminina, é reprovada por Deus:

"(...) até suas mulheres trocaram suas relações sexuais naturais por outras, contrárias à natureza. Da mesma forma, os homens também abandonaram as relações naturais com as mulheres e se inflamaram de paixão uns pelos outros. Começaram a cometer atos indecentes, homens com homens, e receberam em si mesmos o castigo merecido pela sua perversão." (Rm 1:26-27; NVI)

E ensinou mais: os que vivem na prática homossexual não poderão herdar o Reino de Deus, o Paraíso. Na passagem de 1º Coríntios 6:9-11 na ARA (Versão Almeida Revista e Atualizada), mais amplamente utilizada, lemos:

“Ou não sabeis que os injustos não herdarão o reino de Deus? Não vos enganeis: nem impuros, nem idólatras, nem adúlteros, nem efeminados, nem sodomitas, nem ladrões, nem avarentos, nem bêbados, nem maldizentes, nem roubadores herdarão o reino de Deus. Tais fostes alguns de vós; mas vós vos lavastes, mas fostes santificados, mas fostes justificados em o nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito do nosso Deus.” (1Co 6:9-11).

Neste texto, os “efeminados” (do grego: “malakoí”, ou seja, "macio ao tato") são aqueles homens que assumem o papel passivo no ato homossexual, ou seja, o lugar que deveria ser da mulher, daí o seu nome. Já o termo “sodomitas” (do grego: “arsenokoitai” composta de duas outras palavras, “arsen”, que significa macho, e “koitai”, cama) refere-se aos homens que assumem o papel ativo no ato homossexual, conforme aqueles habitantes de Sodoma (daí o termo: cf. Gn 19:4-5).

Já na NVI (Nova Versão Internacional), a menção contra o homossexualismo passivo e ativo é bem mais clara:

"Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus." (1Co 6:9-11; NVI; comparem com 1Tm 1:9-10; 2Pe 2:7-10).

Verificamos que Paulo referiu-se a irmãos de Corinto que haviam tido no passado, antes de se converterem a Cristo, atitudes homossexuais, entre tantas outras relacionadas, mas que haviam sido transformados pelo poder restaurador do Senhor Jesus Cristo (1Co 6:11).

sábado, 8 de janeiro de 2011

PECADO É COISA SÉRIA!!

(OBS: Esta postagem é uma continuação das considerações da postagem anterior).

PECADO é toda a transgressão dos mandamentos de Deus:

“Todo aquele que pratica pecado também transgride a lei: porque o pecado é a transgressão da lei” (1ª João 3:4).

O pecado surge da cobiça de cada um de nós:

“...cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15).

Já somos todos concebidos em pecado:

“Eu nasci na iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe” (Salmos 51:5; Vejam ainda Salmos 58:3; Isaías 58:8).

Portanto, não há qualquer ser humano que não peque:

“...porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus, sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:22b-24; Vejam ainda Eclesiastes 7:20).

E não adianta tentar escapar desta regra: pelo menos um pecado nós cometemos:

“Se dissemos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (1ª João 1:8; Vejam ainda Tiago 2:8-10).

Mesmo que nos esforcemos para nos assemelhar a cordeirinhos inocentes, não adianta, dentro de nós existe algo como um lobo voraz, um ímpeto, uma inclinação a fazer aquilo que é mal aos olhos de Deus.

O pecado é coisa séria, ele entristece o coração de Deus e nos separa dEle, pois Ele é puro e santo, não tem como conviver com o pecado:

“Eis que a mão do SENHOR não está escondida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” (Isaías 59:1-2).

O pecado está se transformando em brincadeira em nossa sociedade moderna, o temor a Deus parece estar cada vez mais em baixa. A maioria das pessoas afirma ser temente a Deus, mas se alguém afirmar que esta ou aquela prática é pecado, esta pessoa possivelmente se tornará alvo de zombaria.

Sim, a Bíblia confirma que realmente as sete atitudes chamadas de "pecados capitais" são realmente pecados. Mas, não há qualquer respaldo bíblico para os sete pecados capitais que acarretem a necessidade do “sacramento” da confissão, distinguindo-os, assim, dos pecados perdoáveis, que, por sua vez, não precisam de confissão.

Em outras palavras: Não existe uma lista definida de pecados na Bíblia ou algum tipo de hierarquia de pecados, ou seja, os mais graves e os de menor gravidade. Toda transgressão aos mandamentos de Deus se constitui em pecado e desagrada a Ele.

A diferença que há não é no pecado, mas, em suas consequências.

Por exemplo, as consequências na vida de alguém que é preguiçoso podem ser drásticas, mas, possivelmente, as consequências na vida de alguém que é assassino podem ser bem piores e mais abrangentes (além do campo pessoal, abrangeria o campo social).


Todo pecado deve ser confessado primeiramente a Deus (Salmos 32:1-5) que é ilimitadamente misericordioso (Lamentações 3:21-23) e fiel para nos perdoar e purificar (1ª João 1:9). Entre os irmãos em Cristo (que evidentemente devem inspirar confiança) os pecados devem ser confessados, com a finalidade de cura mútua no Corpo de Cristo, a Igreja (Tiago 5:16; Vejam Mateus 18:15-17). Confessemos os nossos pecados e sinceramente exclamemos a Deus: “Ó Deus, seja propício a nós pecadores” (Lucas 18:13; vejam ainda Daniel 9:3-19). Existe grande alegria no Céu quando um pecador se arrepende (Lucas 15:7).

Muitos dizem que “ninguém vai para o Céu, o ser humano é muito corrupto”. De fato, este quadro observado apenas do ponto de vista humano nos faz pensar que todos nós iremos inevitavelmente perecer longe do Deus Criador, totalmente puro e Santo.


Contudo, Jesus Cristo é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo através de Seu sacrifício na cruz (João 1:29; Hebreus 9:7), Ele nunca pecou (1ª Pedro 2:22) e portanto é um sacrifício aceitável e suficiente por nós diante de Deus Pai, não importando quais os pecados que cometemos, a quantidade ou a gravidade, mas isso não é pretexto para viver pecando, quem tem a Cristo como Senhor e Salvador de sua vida não vive pecando inconscientemente, o Espírito Santo o incomoda se ele cogitar em pecar ou tiver pecado, o convence, o conscientiza da gravidade do mesmo e santifica seu comportamento dia após dia (João 14:26; 16:7-11; Hebreus 9:14,22b; 10:11-26; 1ª João 1:7-10; 5:18; comparem com Salmo 19:12-14; 25:7-12). Por causa do sacrifício de Cristo, nossos pecados estão purificados através de Seu sangue.

Se você já é discípulo de Cristo, se Ele já é o seu Senhor e Salvador e, consequentemente, você constantemente confessa seus pecados a Deus, então, fazendo uma analogia, onde deveria estar uma marca negra em seu comportamento (conjunto de atitudes boas ou más) devido a algum pecado cometido, Deus vê um sinal vermelho, que representa o sangue de Cristo que "cobre", perdoa (e não "encobre") qualquer tipo de pecado.

Mas, além de tudo o que vimos, jamais devemos nos esquecer que Deus é amoroso e misericordioso, sim, mas, que Ele é justo. Todos os seres humanos, crendo em Cristo ou não, tanto aqui na Terra como depois da morte, receberão a devida "recompensa" pelos seus pecados (2ª Coríntios 5:10; Gálatas 6:7; Apocalipse 2:23b).

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

OS "SETE PECADOS CAPITAIS" À LUZ DA BÍBLIA

“Os sete pecados capitais são uma classificação de vícios usada nos primeiros ensinamentos do catolicismo para educar e proteger os seguidores crentes, de forma a compreender e controlar os instintos básicos. NÃO HÁ REGISTRO DOS SETE PECADOS CAPITAIS NA BÍBLIA SAGRADA. Assim, a Igreja Católica classificou e selecionou os pecados em dois tipos: os pecados que são perdoáveis sem a necessidade do sacramento da confissão, e os pecados capitais, merecedores de condenação. A partir de inícios do século XIV a popularidade dos sete pecados capitais entre artistas da época resultou numa popularização e mistura com a cultura humana no mundo inteiro. ORIGENS SAGRADAS DE COISAS PROFUNDAS - De acordo com o livro "Sacred Origins of Profound Things" ("Origens Sagradas de Coisas Profundas"), de Charles Panati, o teólogo e monge grego Evágrio do Ponto (345 – 399) terá escrito uma lista de sete crimes e "paixões" humanas, em ordem crescente de importância (ou gravidade): Gula, Luxúria, Avareza, Ira, Soberba, Vaidade, Preguiça - EVAGRIUS - Para Evagrius, os pecados tornavam-se piores à medida em que tornassem a pessoa mais egocêntrica, com o orgulho sendo o supra-sumo dessa fixação do ser humano em relação a si mesmo. No final do século VI, o Papa Gregório reduziu a lista a sete itens, juntando "vaidade" ao "orgulho" e trocando "acedia" por "melancolia" e adicionando "inveja". Para fazer sua própria hierarquia, o pontífice colocou em ordem decrescente os pecados que mais ofendiam ao amor: - Orgulho; Inveja; Ira; Melancolia; Avareza; Gula; Luxúria; SÃO TOMÁS DE AQUINO - Mais tarde, outros teólogos, entre eles, Tomás de Aquino analisaram novamente a gravidade dos pecados e fizeram mais uma lista. No século XVII, a igreja substituiu "melancolia" – considerado um pecado demasiado vago – por "preguiça". Assim, atualmente aceita-se a seguinte lista dos sete pecados capitais: VAIDADE; INVEJA; IRA; PREGUIÇA; AVAREZA; GULA; LUXÚRIA; Os pecados são diretamente opostos às Sete Virtudes, que pregam o exato oposto dos Sete Pecados capitais inclusive servindo como salvação aos pecadores.” (Fonte de pesquisa na internet: Enciclopédia Wikipédia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Sete_pecados_capitais).

SERÁ QUE A BÍBLIA CONFIRMA OS PECADOS CAPITAIS? VERIFIQUEMOS:

VAIDADE

“A vaidade consiste em uma estima exagerada de si mesmo, uma afirmação esnobe da própria identidade. Para a Igreja Católica é um dos sete pecados capitais, sendo o mesmo pecado associado à orgulho excessivo e arrogância. A vaidade é mais utilizada hoje para estética, visual e aparência da própria pessoa. A imagem de uma pessoa vaidosa estará geralmente em frente a um espelho...” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Vaidade).


"Não sejas sábio aos teus próprios olhos: teme ao SENHOR e aparta-te do mal; será isto saúde para o teu corpo, e refrigério para os teus ossos” (Provérbios 3:7-8);

“O temor do SENHOR consiste em aborrecer o mal; a soberba, a arrogância, o mau caminho, e a boca perversa, eu os aborreço" (Provérbios 8:13);

“Da soberba só resulta a contenda, mas com os que se aconselham se acha a sabedoria” (Provérbios 13:10);

“Abominável é ao SENHOR todo arrogante de coração; é evidente que não ficará impune” (Provérbios 16:5);

“A soberba precede a ruína, e a altivez do espírito, a queda” (Provérbios 16:18);

“Olhar altivo e coração orgulhoso, lâmpada dos perversos, são pecado” (Provérbios 21:4);

“O galardão da humildade e o temor do SENHOR são riquezas e honra e vida” (Provérbios 22:4);

“Comer muito mel, não é bom; assim procurar a própria honra não é honra” (Provérbios 25:27);

“Seja outro o que te louve, e não a tua boca, o estrangeiro, e não os teus lábios” (Provérbios 27:2);

“Como o crisol prova a prata, e o forno o ouro, assim o homem é provado pelos louvores que recebe” (Provérbios 27:21);

“A soberba do homem o abaterá, mas o humilde de espírito obterá honra” (Provérbios 29:23);

"Da mesma sorte, que as mulheres, em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestuário dispendioso, porém com boas obras (como é próprio às mulheres que professam ser piedosas)” (1ª Timóteo 2:9-10).

INVEJA

“Inveja é o desejo por atributos, posses, status, habilidades de outra pessoa gerando um sentimento tão grande de egocentrismo que renegue as virtudes alheias, somente acentuando os defeitos. Não é necessariamente associada à um objeto: sua característica mais típica é a comparação desfavorável do status de uma pessoa em relação à outra. A inveja é um dos sete pecados capitais na tradição Católica... A inveja na forma de ciúme é proibida nos Dez mandamentos da Bíblia...” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Inveja).


“O ânimo sereno é a vida do corpo, mas a inveja é a podridão dos ossos” (Provérbios 14:30);

“Não tenha o teu coração inveja dos pecadores; antes no temor do SENHOR perseverarás todo dia” (Provérbios 23:17);

“Cruel é o furor e impetuosa a ira, mas quem pode resistir à inveja?” (Provérbios 27:4; Vejam ainda Provérbios 3:31; Mateus 27:18; Gálatas 5:26; Filipenses 1:15; 1ª Timóteo 3:4; Tito 3:3).

IRA

“Ira é um intenso sentimento de raiva, ódio, rancor, um conjunto de fortes emoções e vontade de agressão geralmente derivada de causas acumuladas ou traumas. Pode ser visto como uma cólera e um sentimento de vingança, ou seja, uma vontade freqüentemente tida como incontrolável dirigida a uma ou mais pessoas por qualquer tipo de ofensa ou insulto. Ira é considerada um dos sete pecados capitais e a palavra em si é proveniente do latim iram...a ira pode refletir-se tanto contra os outros quanto contra si próprio, dependendo de como se desenha o ocorrido. Quando surge a ira, somos tomados pelas emoções de tal forma que perdemos a racionalidade, deixando-nos fora de nosso juízo normal, podendo nos levar a cometer erros da qual nos arrependeremos posteriormente...” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Ira).


"...todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus” (Tiago 1:19b-20);

“...o bater do leite produz manteiga, e o torcer do nariz produz sangue, e o açular a ira produz contendas” (Provérbios 30:33; Vejam ainda Efésios 4:26-27; Salmos 4:4-5).

PREGUIÇA

“Preguiça é a inatividade de uma pessoa, aversão a qualquer tipo de trabalho ou esforço físico. Também é um tipo de procrastinação...A Igreja Católica apresenta a preguiça como um dos Sete Pecados Capitais, caracterizado pela pessoa que vive em estado de falta de capricho, de esmero, de empenho, em negligência, desleixo, morosidade, lentidão e moleza, de causa orgânica ou psíquica, que a leva à inatividade acentuada. Aversão ao trabalho, freqüentemente associada ao ócio, vadiagem” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Pregui%C3%A7a).


"Preguiçoso, aprenda uma lição com as formigas! Elas não têm líder, nem chefe, nem governador, mas guardam comida no verão, preparando-se para o inverno. Preguiçoso, até quando você vai ficar deitado? Quando vai se levantar? Então o preguiçoso diz: 'Eu vou dormir somente um pouquinho, vou cruzar os braços e descansar mais um pouco'. Mas, enquanto dorme, a pobreza o atacará como um ladrão armado” (Provérbios 6:6-11);

“Por mais que o preguiçoso deseje alguma coisa, ele não conseguirá, mas a pessoa esforçada consegue o que deseja” (Provérbios 13:4);

“Quem é preguiçoso e dorminhoco acaba passando fome” (Provérbios 19:15);

“Existe gente que tem preguiça até de pôr a comida na própria boca” (Provérbios 19:24);

“O lavrador preguiçoso, que não ara as suas terras no tempo certo, não terá nada para colher" (Provérbios 20:4);

“O preguiçoso morre desejando muitas coisas porque se nega a trabalhar; ele passa o dia inteiro pensando no que gostaria de ter"(Provérbios 21:25-26b) - [NTLH: Nova Tradução na Língua de Hoje]

AVAREZA

“Avareza é o apego sórdido, uma vontade exagerada de possuir qualquer coisa. Mais caracteristicamente é um desejo descontrolado, uma cobiça à bens materiais e ao dinheiro, ganância. Mas existe também avareza por informação ou por indivíduos, por exemplo...Na concepção cristã a avareza é considerada um pecado pois o avarento prefere os bens materiais do que o convívio com Deus. Neste sentido, o pecado da avareza conduz à idolatria [Efésios 5:5; Colossenses 3:5] que significa tratar algo, que não é Deus, como se fosse deus. A avareza é o mais tolo dos pecados, pois nasce de uma possibilidade, de um poder, que nunca se realiza. O acúmulo de dinheiro pelo avaro tem o poder de adquirir tudo que puder dentro de seus limites, mas esse poder não pode ser exercido (compra), porque nesse caso o poder se esvai junto com o dinheiro gasto” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Avareza).

“Então lhes recomendou: Tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui. E lhes proferiu ainda uma parábola, dizendo: O campo de um homem rico produziu com abundância. E arrazoava consigo mesmo, dizendo: Que farei? Pois não tenho onde recolher os meus frutos. E disse: Farei isto: Destruirei os meus celeiros, reconstruí-los-ei maiores e aí recolherei todo o meu produto e todos os meus bens. Então direi à minha alma: Tens em depósito muitos bens para muitos anos: descansa, come e bebe, e regala-te. Mas Deus lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma; e o que tens preparado, para quem será? Assim é o que entesoura para si mesmo e não é rico para com Deus” (Lucas 12:15-21);

“Melhor é o pouco havendo o temor do Senhor, do que grande tesouro, onde há inquietação” (Provérbios 15:16);

“Seja a vossa vida sem avareza. Contentai-vos com as coisas que tendes; porque ele tem dito: De maneira alguma te deixarei nunca jamais te abandonarei” (Hebreus 13:5);

“Ora, os que querem ficar ricos caem em tentação e cilada, e em muitas concupiscências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé, e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. Tu, porém, ó homem de Deus, foge destas cousas; antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão” (1ª Timóteo 6:9-11; Vejam ainda Provérbios 27:20; 28:16; Efésios 5:5; Colossenses 3:5).

GULA

“Gula é, em seu sentido mais usual, o desejo incontrolável por comida. Porém, este termo dá margem a outras interpretações, como a gula por comprar, gula por usar, etc..A gula é controlada pela virtude da Temperança” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Gula).


“Não estejas entre os bebedores de vinho, nem entre os comilões de carne. Porque o beberrão e o comilão caem em pobreza; e a sonolência vestirá de trapos o homem” (Provérbios 23:20-21; Vejam ainda Provérbios 23:2; Gálatas 5:19-21).

LUXÚRIA

“A luxúria, segundo a Doutrina Católica, é um dos sete pecados capitais e consiste no apego aos prazeres carnais, corrupção de costumes; sexualidade extrema, lascívia e sensualidade” (http://pt.wikipedia.org/wiki/Lux%C3%BAria_%28pecado%29)


“Receio que, indo outra vez, o meu Deus me humilhe no meio de vós, e eu venha a chorar por muitos que outrora pecaram e não se arrependeram da impureza, prostituição e lascívia que cometeram” (2ª Coríntios 12:21);

“Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena: prostituição, impureza, paixão lasciva, desejo maligno, e a avareza, que é idolatria; por estas coisas é que vem a ira de Deus [sobre os filhos da desobediência]” (Colossenses 3:1-7; Vejam ainda Gálatas 5:19-21; 1º João 2:16).

Na próxima postagem, continuaremos estudando sobre o pecado à luz da Bíblia e concluiremos o assunto dos sete pecados capitais.