domingo, 31 de janeiro de 2010

EVIDÊNCIAS DA EXISTÊNCIA DE JESUS CRISTO (PARTE 01)

INTRODUÇÃO

Quando alguém afirma que não existem evidências de que o Senhor Jesus realmente veio à Terra e muito menos que Ele ressuscitou, o que você faz? Qual a sua reação? Uma afirmação destas coloca a sua fé em dúvida? Não, isso não pode acontecer. Independente de evidências, a sua fé em Cristo deve ser inabalável. Mas, sim, para responder aos críticos e céticos, existem inúmeras evidências bíblicas e não bíblicas de que Cristo não só é um real personagem histórico, mas que Ele ressuscitou.

Afinal, qual a verdadeira identidade de Jesus Cristo? Ele teria realmente alegado ser o Filho de Deus? Muitos céticos criticam a Pessoa de Jesus, afirmando que ele não era e não é Deus encarnado, que Ele não acreditava nisso ou que estava mentindo ou até mesmo louco quando afirmou ser o Filho do Deus. Pior, afirmam ainda que Ele poderia ter hipnotizado as pessoas. Como responder as essas acusações?

FONTES CRISTÃS SOBRE JESUS

OS 27 LIVROS DO NOVO TESTAMENTO (NT):


Existem mais de 24.000 cópias do NT (manuscritos), entre elas, versões em grego, latim, egípcia, armênia, árabe, etc., proporcionando uma confiabilidade ao texto bíblico. Os escritores do NT foram testemunhas oculares ou registraram fatos relatados daqueles de testemunharam tais fatos. Eles afirmaram com convicção sobre Jesus (Lucas 1:1-3; João 20:30-31; Atos 1:1-3; 1ª Pedro 5:1; 1ª João 1:1-3), inclusive após a ressurreição (Lucas 24:48; Atos 1:8; 1ª Coríntios 15:4-9,15).

OS "PAIS" DA IGREJA (Séc. II e III d.C.):

São mais de 36.000 citações com relação ao NT de Clemente de Roma (95 A.D.), Inácio (70-110 A.D.), Policarpo (70-156 A.D.), Irineu (170 A.D.), Clemente de Alexandria (150-212 A.D.), Tertuliano (160-220 A.D.), Justino Mártir (133 A.D.), Orígenes (185 254 A.D.), entre outros. Suas citações poderiam recompor praticamente todo o NT sem recorrer aos manuscritos. Irineu, bispo de Lion, que foi aluno de Policardo, discípulo do apóstolo João, afirmou que é tão firme a base sobre a qual os evangelhos foram escritos que as pessoas que eram contra os ensinamentos bíblicos também confirmavam a sua veracidade e os tomavam por base para estabelecer suas próprias doutrinas.

FONTES NÃO CRISTÃS SOBRE JESUS

A ARQUEOLOGIA (apenas alguns exemplos):

O pátio onde JESUS foi julgado por Pilatos, chamado o Pavimento (João 19:13), foi descoberto apenas recentemente, pois, o local ficou soterrado quando da reconstrução de Jerusalém na época do Imperador Adriano. O poço (tanque) de Betesda (João 5:2) localiza-se na zona nordeste da cidade velha (em Jerusalém), foi descoberto em 1888 (veja foto abaixo).


CORNÉLIO TÁCITO (nascido em 52-24 a.C.):

Historiador romano, governador da Ásia (112 A.D.). Ao escrever sobre o governo de Nero, afirmou que “Christus, o que deu origem ao nome cristão, foi condenado à morte por Pôncio Pilatos, durante o reinado de Tibério; mas, reprimida por algum tempo, a superstição perniciosa irrompeu novamente, não apenas em toda a judéia, onde o problema teve início, mas também em toda a cidade de Roma” (Anais XV.44).

LUCIANO DE SAMOSATA:

Escritor satírico do Séc. II. Se referiu aos cristãos relacionando-os às sinagogas da Palestina e ao referir-se a Cristo, afirmou: “...o homem que foi crucificado na Palestina porque introduziu uma nova seita no mundo...Além disso, o primeiro legislador dos cristãos os persuadiu de que todos eles seriam irmãos uns dos outros, após terem finalmente cometido o pecado de negar os deuses gregos, adorar o sofista crucificado e viver de acordo com as leis que ele deixou” (O Peregrino Passageiro). Samosata também menciona os cristãos em sua obra “Alexandre, o Falso Profeta”, seções 25 e 29.

SUETÔNIO (120 A.D.):

Historiador judeu, oficial da corte do Imperador Adriano. Afirmou: “Como os judeus, por instigação de Chrestus (uma outra forma de escrever Christus), estivessem constantemente provocando distúrbios, ele os expulsou de Roma” (Vida de Cláudio, 25.4). E também que “Nero infligiu castigo aos cristãos, um grupo de pessoas dadas a uma superstição nova e maléfica” (Vida dos Césares, 26.2).

PLÍNIO SEGUNDO, PLÍNIO O JOVEM:

Foi governador da Bitínia (Ásia Menor, 112 A.D.) e escreveu ao imperador Trajano no intuito de obter orientações de como tratar os cristãos. Ele disse, sobre os cristãos, que “os fez amaldiçoarem a Cristo, o que não se consegue obrigar um cristão verdadeiro a fazer”. Mais a frente, ele menciona os cristãos que estavam sendo julgados: “Eles afirmavam, no entanto, que sua única culpa, seu único erro, era terem o costume de se reunirem antes do amanhecer num certo dia determinado, quando então cantavam responsivamente os versos de um hino a Cristo, tratando-o como Deus, e prometiam solenemente uns aos outros a não cometerem maldade alguma, não defraudarem, não roubarem, não adulterarem, nunca mentirem, e a não negar a fé quanto fossem instados a fazê-lo” (Epístolas X.96).

TALO, O HISTORIADOR SAMARITANO:

É um dos primeiros não judeus a mencionar Cristo (52 A.D.), mas seus escritos se perderam, sendo que temos apenas citações dele oriundas de outros escritores, como Júlio Africano (220 A.D.), cristão: “Talo, no terceiro dos livros que escreveu sobre a história, explica essa escuridão como um eclipse do sol – o que me parece ilógico”. Para esta afirmação e a seguinte, abaixo, vejam Mateus 27:45; Marcos 15:33; Lucas 3:1; 23:44.

FLÊGÃO, UM HISTORIADOR DO PRIMEIRO SÉCULO:

Suas “Crônicas” também se perderam, mas um trecho desta obra, também mencionado por Júlio Africano, afirma que “durante o tempo de Tibério César, ocorreu um eclipse do sol durante a lua cheia” (7/IIB, seção 256, fl6, p. 1165).

OS TALMUDES JUDEUS:

“...e penduraram-no na véspera da Páscoa”. Os títulos “Ben Pandera” (o Ben Pantere) e Jeshu Ben Pandera” dados a Jesus podem ser um jogo de palavras com a expressão grega “panthenos”, ou seja, “nascido de uma virgem”, chamando-O, então, de “filho de uma virgem”. Há comentários na Baraila sobre Jesus como sendo Yeshu (de Nazaré) e que já havia uma ameaça que Ele poderia ser apedrejado por ter praticado magia e desviado Israel (Talmude Babilônico, Sanhedrim 43a).

A ENCICLOPÉDIA BRITÂNICA:

A Edição de 1974 desta enciclopédia renomada, utilizou 20.000 palavras em sua descrição de Jesus, oriundas de inúmeros relatos não bíblicos sobre Ele, muito mais do que o número de palavras empregadas para outros personagens históricos de outras religiões. Uma das declarações da enciclopédia foi que “esses relatos independentes comprovam que nos tempos antigos até mesmo os adversários do cristianismo jamais duvidaram da historicidade de Jesus...”.

FLÁVIO JOSEFO (nascido em 37 A.D.):

Conhecido historiador judeu. Em Antiguidades (18.3.3), ele afirmou: “Nessa época havia um homem sábio chamado Jesus. Seu comportamento era bom, e sabe-se que era uma pessoa de virtudes. Muitos dentre os judeus e de outras nações tornaram-se seus discípulos. Pilatos condenou-o à crucificação e à morte. E aqueles que haviam sido seus discípulos não deixaram de segui-lo. Eles relataram que ele lhes havia aparecido três dias depois da crucificação e que ele estava vivo (...) talvez ele fosse o Messias, sobre o qual os profetas relatavam maravilhas” (versão árabe, a mais confiável).

AS PROFECIAS DO ANTIGO TESTAMENTO CUMPRIDAS NA PESSOA DE JESUS CRISTO

Elas começaram já com Adão e Eva, com a promessa de que um descendente de Abraão acabaria com a maldição provocada pela desobediência deles (Gênesis 3:15-16), o que se cumpriu através de Jesus Cristo (Gálatas 3:16; 4:4; Mateus 1:20).

Todas as profecias do Antigo Testamento sobre Jesus se cumpriram. Observaremos várias: Ele nasceria em Belém (Miquéias 5:2; Mateus 2:4-8; Lucas 2:4-7; João 7:42). Ele nasceria de uma virgem (Isaías 7:14; Mateus 1:18, 24, 25; Lucas 1:26-35). Ele era o Filho de Deus (Salmo 2:7; Mateus 3:17). Ele seria da Tribo de Judá (Gênesis 49:10; Miquéias 5:2; Mateus 1:2; Lucas 3:23,33; Hebreus 7:14). Ele receberia presentes (Salmos 72:10-12; Isaías 60:6; Mateus 2:1,11). Ele seria chamado Emanuel – Deus Conoso (Isaías 7:14; Mateus 1:23). Ele receberia uma unção especial do Espírito Santo (Isaías 11:2; Lucas 4:15-21). Ele teria zelo pelas coisas de Deus (Salmo 69:9; João 2:15-17). Os apóstolos confirmaram o cumprimento das profecias em Jesus (Mateus 2:4-6; Atos 3:18; 10:43; 13:29; 17:2-3; Romanos 1:2; 1ª Coríntios 15:3-4; 1ª Pedro 2:5-6).

No livro “A Ciência Fala”, o matemático e cientista Peter Stomer demonstrou matematicamente a probabilidade de apenas 8 profecias do Antigo Testamento referentes a Jesus Cristo (de um total de mais de 300!), terem sido cumpridas por acaso. Segundo Stomer a probabilidade é de 1 em 10 elevado à décima sétima potência , isto é, 1 em 100.000.000.000.000.000 (!!).

Para se ter uma ideia, suponhamos que tomemos esta quantidade em moedas de dólar e cubramos todo o Estado norte-americano do Texas (o maior, com 684.000 Km²), o que cobriria este Estado com altura de 60 centímetros. Então marcaríamos apenas uma destas moedas e misturaríamos todas as moedas e pediríamos para alguém encontrar a moeda marcada. Quais as chances desta moeda ser encontrada? É justamente esta mesma probabilidade absurda e inimaginável que possuem as profecias sobre Jesus de terem ocorrido por acaso, em uma pessoa qualquer.
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NOTA: O livro “A Ciência Fala” foi elogiado pelo Dr. H. Harold Hartzler da Sociedade Científica Norte-Americana, que cuidadosamente o examinou com uma equipe de especialistas e concluiu-se que o material analisado é cuidadoso e confiável no trato do material científico, com princípios de probabilidade corretos, aplicados de maneira apropriada e convincente.

2 comentários:

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